Bobeiras da Gabi

Paul McCartney carreira solo (5)

Publicado por: gabimoraes em: Junho 5, 2009

E finalmente chegamos aqui! Aqui aonde? Ha, meu disco favorito! Com vocês, uma tremenda obra de arte:

Band on the Run (1973)

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E dessa vez não é só minha opinião… olha o que eu achei:

“Band on the Run é um álbum da banda Wings, banda de rock formada pelo ex-beatle Paul McCartney, lançado em 1973. É tido como o melhor álbum de Paul McCartney e o de maior sucesso, desde a separação dos Beatles. Foi o álbum mais vendido de 1974.
Em 2001, entrou na lista dos 100 Melhores Álbuns Britânicos de todos os tempos da revista Q Magazine, figurando na 75ª posição. E em 2003, na Lista dos 500 melhores álbuns de sempre da Revista Rolling Stone, figurando na 418ª posição.”

Um pouco de História: Após o sucesso do álbum Red Rose Speedway e o lançamento do compacto com a música “Live and let die” (vai aparecer mais para frente nos posts), tema para um filme de James Bond, os Wings começaram a trabalhar em um novo álbum.
Cansados de gravar na Inglaterra, eles resolveram gravar o novo álbum em um lugar mais exótico, Nigéria foi o local de escolha. Pouco antes de partirem para Nigéria, o guitarrista Henry McCullough e o baterista Denny Seiwell abandonaram o Wings. O Wings gravou o álbum como um trio com Paul McCartney, Linda McCartney e Denny Laine. Alguns músicos de estúdio foram chamados para ajudar nas gravações: Howie Casey (saxofone), Ginger Baker (percussão), Remi Kabaka (percussão), Tony Visconti (orquestrações), Ian e Trevor (ambos na vocalização).
De volta à Inglaterra, os ajustes finais da gravação foram feitos e um compacto com a música do Wings, “Helen Wheels”, tornou-se um sucesso. Após o lançamento do álbum, as músicas “Jet” e “Band on the run” atingiram a parada de sucessos. O álbum atingiu o primeiro lugar nos Estados Unidos, ganhou platina triplo. Em 1975, o álbum recebeu o Grammy por melhor performace de vocal pop de um grupo.

Faixas/Minha opinião: Eu ainda preciso dar a minha opinião? Acho que ela já ficou bem clara no começo do post… Eu amo esse disco, apaixonadamente. Qualquer outra opinião será com certeza tendenciosa.

Band On The Run – A música título. Perfeita! Eu gosto dessas músicas em formato de “trilogia” que o Paul faz. Essa é uma delas. Tem três músicas em uma e no todo é sensacional! Acho que bem conhecida também…

Jet – Outro grande sucesso do disco, uma música pra cima, com um instrumental fabuloso! E tem aquelas paradinhas… ah deixa pra lá!

Bluebird – Linda! é, foi pra ela de novo… e a música é linda, realmente! Eu tenho uma conhecida que diz que prefere essa música à Blackbird (dos Beatles). Prá mim o páreo é duro, então prefiro não me manifestar a este respeito.

Mrs Vandebilt –Bom, essa aqui é bem pra cima… tem uma presença de metais, aqui começam a aparecer as orquestrações, que foram presença marcante também na carreira dos Beatles.

Let Me Roll It – Ah, essa é uma daquelas favoritas de todos os tempos, sabe como? Um Rock meio lento com um instrumental bem pesado! E uma letra com a cara de muita gente por aí! Essa é daquelas que não pode faltar em qualquer referência à obra do Paul.

Mamunia – Eu acho essa música uma gracinha. Aquele tom suave, meio canção de ninar, com uma melodia que toca lá no coração, independente da letra. No caso dessa música a letra também toca.

No Words –Parceria do Paul com Denny Laine, guittarista dos Wings… acredito que seja a primeira música dele escrita em parceria (a Linda não conta, era parceira pra tudo) pós John Lennon. Er… tem alguma música não-boa neste disco?

Picasso’s Last Words (Drink To Me)” – Uma música muito bem humorada… homenagem a Pablo Picasso. A letra é bem legal. No final aparecem trechos de Jet e Mrs Vandebilt incidentalmente. Sensacional!

Nineteen Hundred And Eighty Five – Eu gosto particularmente desta. Piano… um vocal muito legal, e uma levada meio com cara de Fine Line (banda que acompanhará o Paul mais para frente) que eu gosto demais… note que o título pra um disco de 73 é meio futurístico… Outra música genial.

Destaque: Esse é difícil de escolher neste disco! Quase impossível… então vou meio que ficar no lugar comum, sabe como é? Eu realmente acho essa música genial, mas destacaria junto com ela (pra quem se interessar em procurar) Bluebird, Mamunia, Let me Roll it e Nineteen Hundredand Eighty Five.

Paul McCartney Carreira Solo (4)

Publicado por: gabimoraes em: Maio 29, 2009

E chegamos na trilogia das obras primas!!!! São três discos, na sequencia, do Paul com os Wings, que eu não consigo escolher qual deles é o melhor (quer dizer, eu até consigo, mas é beeemmm difícil!).

Começando com Red Rose Speedway de 1973

Red roseUm Pouco de História:

No mês de fevereiro de 1972, os Wings começaram uma tournê por universidades britânicas já como quinteto. Pouco após o fim da tournê foi lançado o compacto com a música “Give Ireland Back to the Irish”. A música foi banida da rádio BBC por seu conteúdo político.Em março, eles começaram a gravar o novo álbum cujas gravações só terminaram em outubro. No mês de maio lançaram o compacto com “Mary had a little Lamb”. No mesmo ano, no período de julho a agosto, os Wings fizeram uma Torunê pela Europa chamada de Wings Over Europe Tour que contou com 26 shows dando uma pequena pausa nas gravações do álbum. Em dezembro lançaram mais um compacto com a música “Hi, Hi, Hi” que também foi banida da BBC mas por conotação sexual.

Red Rose Speedway só foi lançado em maio de 1973, inicialmente a idéia era fazer um álbum duplo mas a idéia foi abondanada. Antes do seu lançamento a música lançada em compacto, “My Love”, atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos Estados Unidos. “My Love” foi a segunda música escrita por Paul McCartney a atingir o primeiro lugar naquele país após a separação dos Beatles (a primeira foi “Uncle Albert” do álbum Ram) e o maior sucesso do álbum.

Em 1993, o álbum foi remasterizado e foram incluídas como bônus as músicas: “C Moon”, “Hi Hi Hi”, “The Mess” (lado B do compacto com “My Love”) e “I Lie Around” (lado B do compacto com “Live And Let Die”).

Minha Opinião/Faixas: Tá, esse não é o disco, dentre os três, que eu mais gosto. Mas eu acho um disco muito bom mesmo! Pra mim esse album é um divisor de águas, o primeiro deles, daqui pra frente, as músicas se tornam meio características. Não sei explicar muito bem, mas agora eu sinto as músicas como músicas do Paul, com cara de Paul, não de Bealtes… algo assim.

Big Barn Bed – Essa música é um bom rock. Não pesado, nem muito baladinha, com uns vocais muito legais. Ela ainda tem um pouco de cara do Ram… mas com mais qualidade.

My Love – Bom, essa dispensa comentários totalmente! Quem não conhece essa música? Mais uma dentre tantas “for Linda”, talvez na letra a mais bonita delas. Eu me emociono sempre que escuto esta… o maior sucesso do disco.

Get On The Right Thing – Musicão! Não tem outro jeito de falar dessa música. E fica registrada minha eterna devoção ao gênio Paul McCartney! Apesar de não ser uma música muito conhecida, eu recomendo (fortemente) que procurem ouví-la!

One More Kiss – Tá, eu vou acabar ficando repetitiva… mas essa música é linda! :P tem uma melodia mais suave que Get On The Right Thing, é mais romântica… é uma música romântica, muito bonitinha.

Little Lamb Dragonfly – Parece uma canção infantil. Tem uma historinha… é uma bela música.

Single Pigeon – Bom, quem leu os posts anteriores já deve ter percebido que eu me derreto toda quando ele toca piano. Bom, com essa música não é diferente. Ela tem uma melodia muito muito bonita.

When The Night – Com uma cadência mais pro blues, uma grande música! Essa é daquelas que eu gosto de ouvir de olhos fechados, prestando atenção no baixo… é incrível!

Loup (1st Indian On The Moon) – Música instrumental! Ou quase, já que tem vocais, mas estes só fazem ooooooooooo :P . Mesmo sem letra, parece uma história, pela forma como muda completamente no meio do caminho. Vale a pena ouvir.

Medley (Hold Me Tight, Lazy Dynamite, Hands of Love, Power Cut) – Bom, medleys são sempre legais (pra mim). Primeira coisa a ser dita é que Hold me Tight não é a mesma dos Beatles. Eu gosto das duas! Lazy Dynamite é linda, irresistível eu diria. Hands of Love é uma baladinha… daquelas que só o Paul sabe fazer, sabe como é? Não? E vc ainda não procurou as músicas das quais eu falei antes? Eu acho tão bonitinho quando ele canta com essa vozinha doce… e pra terminar Power Cut também baladinha, com vocais legais, um refrão que gruda e nunca mais sai da cabeça e um piano mais pronunciado.

Destaque: Bom, quem tá acompanhando já sabe que o meu destaque raramente coincide com o música de maior sucesso… quem leu esse post com atenção, já deve ter adivinhado a minha escolha. Se não adivinhou, vai descobrir logo… Enjoy!

Paul McCartney Carreira Solo (3)

Publicado por: gabimoraes em: Maio 22, 2009

E nascem os Wings…

Em agosto de 1971, Paul resolveu formar uma nova banda de rock. Ele chamou o baterista Denny Seweill e o guitarrista Denny Laine (ex-Moddy Blues) para juntarem-se a ele e a Linda na banda. Segundo Paul, o nome da banda surgiu após o nascimento complicado de sua segunda filha, Stella McCartney.

Os Wings lançaram seu primeiro trabalho ainda em 1971, Wild Life. Para recriar o clima de uma gravação ao vivo, os Wings lançaram as músicas sem fazer muitos takes, o que acabou desagradando aos críticos que consideraram o álbum fraco.

Wild Life (1971)

41rav78m4bl_ss500_Sobre o disco/Minha opinião

Bom, eu não acho esse disco realmente muito bom… quer dizer, ele tem uma sonoridade meio diferente dos trabalhos anteriores do Paul. Não sei se era muito LSD, ou qualquer outra coisa usada na época, mas eu acho ele meio non-sense. Apesar das críticas, o álbum vendeu muito bem, chegando a ganhar disco de ouro nos EUA (mas qual trabalho do Paul não vendeu bem?). Bom, vamos às músicas:

Mumbo – Rock “meio pesado”, destaque pro vocal do Paul… sempre criativo!

Bip Bop – Pra mim parece aquelas músicas de acampamento, tipo sigam o líder, sabe? Com um vocal bem distorcido… mas meio que vicia, :P

Love Is Strange (Baker/Smith) – Uma regravação… de uma música que eu gosto muito! Tem um ritmo bem legal… é uma das músicas da trilha do Dirty Dancing! Os vocais do Paul e da Linda estão meio diferentes, mas mesmo assim, é uma versão bem legal. Tá, não parece algo que vc encontre num disco do Paul, mas mesmo assim é legal.

Wild Life – Pra mim parece um blues. Os vocais, como sempre são incríveis! O instrumental também é muito bom… mas, mais uma vez, não parece o Paul. Talvez seja isso que eu estranho nesse disco, ele é muito diferentes de tudo da época. Eu gosto dessa.

Some People Never Know – Essa tem cara de Paul! Acho que é a música que eu mais gosto do disco… realmente uma gracinha! Tem uma guitarra meio havaiana no meio da música que eu acho muito legal mesmo!

I Am Your Singer – Mais uma for Linda! São tantas! Tenho que confessar que as vezes (pra não dizer sempre), eu morro de inveja… apesar que esta não está entre as melhores, na minha opinião. Mas é sempre de derreter os ossos quando ele resolve fazer músicas de amor, quem resiste? Eu nem tento!

Bip Bop Link – Música instrumental e curtinha… acho que ele tava mostrando a banda nova! :P

Tomorrow – Bom, eu acho a letra dessa música simplesmente linda! O piano também é muito legal… na verdade muito legal! E o final é meio que… apoteótico. Recomendo muito.

Dear Friend – Isso é uma opinião minha… mas essa sim parece uma música for John. O piano é o mais lindo do disco! No final ganha uma levada meio jazzistíca, meio lenta, que é fantástica!

Mumbo Link – Um pequeno instrumental de Mambo… só pra encerrar, como num show!

Destaque: Bom, eu ia destacar Love is Strange, mas como é regravação… tá, não foi só por isso, mas, como eu não pretendo ser imparcial, eis o meu destaque!

Paul McCartney Carreira Solo (2)

Publicado por: gabimoraes em: Abril 25, 2009

Bom, continuando com a série, sobre os discos da carreira solo do meu ídolo maior, vamos pro primeiro disco dele lançado em 1971. Com vocês

Ram (1971)

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Um Pouco de História:

Após o Lançamento do primeiro disco McCartney em 1970, Paul e sua esposa Linda se retiraram para sua fazenda na Escócia, onde as faixas do disco foram compostas, em parceria, pelo casal.

O disco foi gravado em Nova York, e dessa vez teve a participação de outros músicos: Denny Seiwell na bateria e Dave Spinozza e Hugh McCracken nas guitarras além da presença de Linda em alguns vocais.

Em fevereiro de 1971, Macca havia lançado o Single Another Day. A música não foi incluída neste disco, mas historicamente algumas fontes incluem como parte do mesmo, por causa da época do lançamento. Por isso vou citá-la aqui, e também por se tratar de um grande sucesso da época (os singles não estão previstos na minha série). É uma música realmente muito bonita, com uma melodia delicada e que combina muito com a letra… realmente mereceu todo o sucesso!

Sobre o Disco/Minha opinião

O disco, mais uma vez atingiu o topo das paradas nos EUA e Reino Unido. Traz uma sonoridade um pouco diferente do McCarney, que ainda tinha algumas músicas meio com “cara de Beatles”. Eu não considero esse entre os melhores discos da carreira solo do Paul, acho que ele meio que encontraria a linha um pouco mais pra frente, mas não quero adiantar os próximos Posts… mesmo assim, percebemos o toque de gênio do Macca em faixas como Too Many People e Heart of the Country. Bom, vamos às faixas:

Too Many People - O disco já começa com um bom rock’n roll. Eu gosto muito desta faixa, particularmente dos vocais, bem diversificados e do baixo, bem vibrante, daqueles que não tem como não perceber na música. Tá tem solos de guitarra bem bons também, mas como as opiniões são minhas, eu acabo puxando a sardinha pros instrumentos que mais gosto…

3 Legs – Uma música com um ritmo meio Blues, com direito a paradinhas e tudo. Boas guitarras! Eu acho o vocal meio esquisito.

Ram On – a letra da música só tem duas frases… vá em frente, dê seu coração para alguém… precisa mais? Eu acho a música bem bonitinha, parece uma historinha contada numa roda em torno de uma fogueira, sabe como? com aquelas vozes e a percursão meio dando a impressão de várias presenças. Não tem como não gostar.

Dear Boy- Essa música tem um vocal bem legal, tipo com percursão vocal… eu não sei explicar muito bem, meio o que o MPB4 faz aqui no Brasil. Isso torna a faixa interessante, eu particularmente não gosto muito da melodia, mas o vocal meio que salva a situação.

Uncle Albert/Admiral Halsey- Bom, essa é uma daquelas músicas do Paul, bem pessoais, que me fazem chorar. Ele tinha realmente um tio chamado Albert, com quem ele se desculpa de forma comovente. Destaque na melodia que muda drasticamente pro meio do final da música. Ah, esse foi o maior sucesso do disco.

Smile Away – E voltamos ao bom e velho Rock’n Roll… um show de música, se você quer saber a minha opinão. Tão boa que não consigo destacar o que mais me chama a atenção.

Heart of the Coutry – É a música que eu mais gosto no disco. Sim, ela tem uma batida meio Coutry, mas o vocal é totalmente de babar! E o baixo então… não dá nem pra comentar. A letra é uma gracinha também.

Monkberry Moon Delight - Essa é uma música que eu não gosto muito… ainda não consegui descobrir o que me incomoda nela, se é a melodia muito repetitiva ou o vocal meio “rouco”, e talvez seja um dos motivos que me faz achar esse disco não tão bom quanto eu acho outros… mas é Paul, né? Então eu acabo ouvindo.

Eat At Home - Essa música lembra um pouquinho a fase Revolver dos Beatles, a letra não tem muita graça, mas a música é sensacional!

Long Haired Lady - Mais uma música pra Linda. Como ele era apaixonado! Tem uma coisa meio psicodélica interessante no instrumental dessa música.

Ram On – De novo! Agora numa versão mais curtinha e um pouco diferente… meio incidental.

The Back Seat Of My Car -  A terceira das músicas que o John Lennon na época achou que tinha sido direcionada pra ele. As outras são Too Many People e Dear Boy. Essa música tem um trecho orquestrado que é muito bacana, mas no geral não está entre as minhas favoritas.

Destaque

Como vocês já notaram, eu não gosto muito de destacar o maior sucesso do disco, então, neste aqui vamos com a minha música favorita: Heart of the Coutry. A qualidade do áudio no vídeo abaixo não é lá essas coisas, mas é o vídeo original né, dá um desconto…

Bom, como essa música não é do disco, tomei a liberdade de mostrar Another Day, que é uma gracinha:

Show Imperdível

Publicado por: gabimoraes em: Abril 16, 2009

Meu cover favorito do Paul McCartney, mostrando seu trabalho solo, imperdível!

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pra ouvir as músicas dele, vá em www.ricardojunior.net

Paul McCartney – Carreira Solo (1)

Publicado por: gabimoraes em: Abril 15, 2009

Bom, depois do post de ontem, como Paul cantando Helter Skelter, resolvi escrever uma série pra mostrar (pra quem interessar, é claro) um pouco sobre a carreira solo do Paul. Isto porque a maioria das pessoas que eu conheço, mesmo as fãs de Beatles, não conhecem muito do trabalho dele solo. E como eu sou Paulmaníaca, gostaria de compartilhar essa obra que tanto admiro…

Gostaria de ressaltar que meu entendimento de música é o de alguém que ouve muita música, e confunde nomes de gêneros e tipos, então não pretendo escrever um tratado, ou ser uma autoridade no assunto, é mais pra compartinhar o meu conhecimento e as minhas impressões sobre a obra desse que, segundo o meu filho, é o meu amorzão.

Começemos pelo começo, ou seja, o álbum McCartney de 1970

Capa do Disco

Capa do Disco

Um pouco de História:
Em agosto de 1969, os Beatles realizaram a última sessão de gravação, tocando todos juntos para o disco intitulado Abbey Road. Também em agosto, realizaram a última sessão de fotos como Beatles, posando para as câmeras de Linda McCartney. Ringo Starr afirma que não estava combinado explicitamente que aquele seria o último disco dos Beatles, mas todos subentendiam e sentiam que seria.
Naquela altura, todos os quatro Beatles estavam envolvidos em projetos parelelos e os Beatles já estavam separados de fato, mas devido às negociações contratuais, isso deveria ser mantido em segredo. É nesse contexto que o álbum McCartney vai surgir.
Paul McCartney, gravou este disco sozinho, com seu próprio equipamento: um gravador de quatro canais, instrumentos e um microfone.
O disco foi lançado em 17 de Abril de 1970, antes do disco “Let it Be” dos Beatles, que ainda estava sendo finalizado desde Janeiro de 69, época em que McCartney quebrou o silêncio e anunciou o fim dos Beatles.

Sobre o disco:
O álbum McCartney não foi muito bem recebido pela crítica, que dizia que ele estava muito cru e com um som muito caseiro. Mas teve grande sucesso de público, chegando a segundo lugar nas paradas do Reino Unido e primeiro lugar nos EUA.
Trazia algumas composições antigas de Paul (pré-Beatles), algumas músicas compostas na época em que os fab four estiveram em retiro espiritual na Índia e outras músicas novas, compostas especialmente para o trabalho.

Minha opinião (obviamente não isenta):
Eu gosto muito deste disco, acho a sonoridade dele bem gostosa, menos elaborada que as produções finais dos Beatles. Não tem um instrumental muito “pesado”, mas as melodias são bem harmoniosas.
01. The Lovely Linda (uma música bonitinha, uma das muitas compostas em homenagem à Linda McCartney, simples e curtinha… mostra como sempre o quanto ele foi apaixonado pela esposa)
02. That Would Be Something (Não é uma letra muito profunda, mas traz na canção um baixo bem melodioso, marca registrada do Macca, eu gosto muito)
03. Valentine Day (uma música instrumental bem legalzinha)
04. Every Night (É uma das músicas que eu mais gosto da carreira solo do Paul, tem uma letra linda e tem bem a carinha das músicas românticas dele, é uma música que aparece com bastante frequência nos registros de shows ao vivo ao longo da carreira dele)
05. Hot As Sun-glasses (quase uma música instrumental, já que só tem um pedacinho meio que falado no final. Me lembra alguma coisa meio que White-album. Segundo o Paul foi composta em 1959)
06. Junk (foi composta na época do retiro na Índia, 1968, uma música lenta e gostosinha, meio introspectiva, eu acho muito bonita)
07. Man We Was Lonely (tem uma batida meio coutry, que aparece com frequência nas composições do Paul, eu não gosto muito, acho meio chatinha, mas é interessante a vocalização que ele faz para a música)
08. Oo You (essa traz a batida mais “pesada” do disco, uma linha de baixo bem legal também. É interessante notar as diferentes vozes do Paul, presentes ao longo de quase toda sua carreira, essa música ele canta num tom mais agudo do que o resto do disco, acho a levada bem legal)
09. Momma Miss America (mais uma música instrumental, começa meio sintetizada demais pro meu gosto, mas do meio ele arrebenta no piano e mostra que também sabe tocar guitarra muito bem)
10. Teddy Boy (também escrita na época do retiro na Índia, acredito que talvez não seja coincidência ela também ter uma sonoridade meio white-album. Traz um vocal mais ameno, com uma voz quase infantil)
11. Singalong Junk (como o nome diz, é a versão instrumental de Junk… e quem disse que versão karaokê é coisa atual?)
12. Maybe I’m Amazed (o maior sucesso do disco, mais uma música feita para a Linda. Mas essa é realmente especial! É aquele tipo de música que marca, tanto pela letra quanto pelo instrumental. O piano da música é lindo, e o vocal arrebenta!)
13. Kreen-Akrore (terminando com outra instrumental. No início eu diria que percursional, mas eis que surge uma guitarra digna de quem tocou tanto tempo ao lado de George Harryson, e depois uns efeitos esquisitos que tornam a música meio tosca… mais pra frente esse tipo de brincadeira se torna comum nos trabalhos do Paul).

Destaque: Eu sei que eu devia destacar neste disco, Maybe I’m Amazed, que foi o maior sucesso, e é a melhor música do disco, mas como é bem conhecida do grande público, optei por Every Night… que também é linda (a versão do vídeo não é a original).

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Publicado por: gabimoraes em: Abril 15, 2009

O filme mais aguardado (por mim) este ano!

Segue poster com meu personagem favorito…

Poster oficial com Ronald Weasley

Poster oficial com Ronald Weasley

Eu realmente amo esse cara…

Publicado por: gabimoraes em: Abril 14, 2009

Tem gente que diz que ele tá velho… é verdade, ele não é mais nenhum garoto. Mas dizer que não canta mais nada? Ouvi comentarem, certa vez que ele não consegue mais cantar Helter Skelter… falta garganta. Bom, eu discordo. A prova? Ta aí em baixo… no Grammy de 2006, como disse a apresentadora, um artista que dispensa apresentações!

só pra constar, a música à qual eu me refiro começa lá pelos 4 min do vídeo.

Eu devo confessar que assistir esse vídeo me arrepia!

Eu e meus livros para adolescentes…

Publicado por: gabimoraes em: Abril 13, 2009

Pois é… eu ia ler a série “A mediadora” da Meg Cabot, mas… acabei vendo que a série “Diário da Princesa” é da mesma autora, aí como já tinha visto o filme, resolvi ler primeiro. Eu sou realmente incorrigível…

Resultado? 13 livros (tudo bem que não são tão grandes) em uma semana! Leitora compulsiva? Eu? De jeito nenhum.

Sobre a série, é uma gracinha… apenas um comentário: Quem precisa de um Edward Cullen quando se pode ter um Michael Moscovitz? hahahahahahahaha

Pra quem gosta de leiturinha light, bem água com açúcar, mas muito bem humorada (independente da idade) fica aí a recomendação… essa semana eu pego “a mediadora” e depois comento aqui.

E a Páscoa chega ao fim!

Publicado por: gabimoraes em: Abril 12, 2009

Ainda bem!!!!!

Que domingão péssimo… meu time perdeu, eu to aqui desde as 10 hs da manhã (e já são 22 hs) tentando fazer uma prova de topologia (o que é isso?) e não consegui terminar, comi chocolate o dia inteiro e o meu regime foi pro brejo… precisa de mais? Espero que não…

Bom, amanhã começa uma nova semana, espero que seja mais tranquila, ou menos corrida, que sabe se eu não ficar bitolada com nenhuma série de livros essa semana eu consiga dar conta de tudo sem tanto desespero. Bom, prometo tentar…

Boa semana!