Paul McCartney Carreira Solo (17)

Bom, em primeiro lugar devo milhões de desculpas aos meus poucos, mas queridos, leitores! Tive uma ausência extremamente longa do blog, por falta de tempo, e porque pra mim é extremamente difícil escrever sobre o álbum da vez… mas agora resolvi! eeeeeeee

Como eu tinha dito no post do álbum anterior, o final da década de 80 é fantástico! Principalmente por causa desse álbum… parece uma coletânea de tão bom. Acho que na fase pós wings ele está sozinho (como sempre essa é uma opinião pessoal minha) no topo da minha lista dos melhores!

Chega de papo furado e vamos ao que interessa (no meu caso, muito!)

FLOWERS IN THE DIRT (1989)

Um pouco de História: Bom depois do fracasso de vendas que foi o “Press to Play” (jura? ninguém notou… rsrs) o Macca meio que se tocou que precisava se esforçar um pouquinho mais pra voltar ao topo. Foram 18 meses tentando aperfeiçoar o “Flowers in the Dirt” (que, pra mim, valeram muito a pena). Nesse álbum surge uma nova parceria na composição de várias músicas, com o Elvis Costello, que segundo Macca, tem um jeito de trabalhar em dupla que lembrou a ele muito a época da parceria com John Lennon. Vai ver que foi por isso que o disco saiu tão bom. Costello ainda aparece cantando junto com Paul na faixa “You Want Her Too”, e além da sua participação, temos o David Gilmour do Pink Floyd na guitarra em “We Got Married”. Uma coisa interessante, é que a fotografia da capa (que eu acho linda) é da Linda McCartney, e a textura do fundo é do artista plástico britânico Brian Clarke. O álbum foi lançado no começo de 1989 e logo alcançou o primeiro lugar na parada britânica, além de ter sido muito elogiado pela imprensa e pelo público em geral. Vamos a ele…

Minha Opinião/Faixas: Eu como sempre não me aguento e opino antes da hora, mas acho que vocês já estão acostumados com isso, não é mesmo? Bom, eu amo esse disco por vários motivos. Por trazer algumas das minhas músicas favoritas… por ter somente músicas boas, por ser do Paul, por trazer músicas bem variadas, eu já mencionei que é um disco do Paul McCartney? Eu simplesmente amo esse disco, e como sempre não tem muita racionalidade envolvida neste fato.

1. “My Brave Face” (Paul McCartney/Declan MacManus) – Acho que essa é aquela música que todo mundo conhece, tipo, tocou muuuiiiito na época. Os fãs mais posers do Macca costumam falar mal dela, por ser muito pop, por ter feito muito sucesso… essas frescuras. Eu a-do-ro essa música. Acho a letra bonita, o ritmo empolgante, e ela me põe pra cima. Linda!
2. “Rough Ride” (McCartney) – Não é uma das que eu mais gosto, mas é muito boa. A letra é muito interessante, fala sobre o que fazer para entrar num tipo de caravana pro paraíso. Eu acho essa música genial pela diferença entre ela e o que vinha sendo feito até agora.
3. “You Want Her Too” (with Elvis Costello) (McCartney/MacManus) – Sensacional! Apesar de não ser um hit, e de não ser muito conhecida, sempre esteve entre as minhas favoritas. É como se os dois tivessem conversando sobre uma mulher e o Paul tomando uma esculachada do Costello, então é no mínimo interessante. A música, é linda! Vale ressaltar que esse album no geral tem uma levada mais pop, mas essa música é meio que uma mistura de jazz com classic rock. Vale a pena conferir
4. “Distractions” (McCartney) – Fofa! Suave, delicada… maravilhosa! Essa música tá no meu top 20 de todos os tempos (claro que a posição varia, e claro também que eu não conseguiria escolher menos do 20 músicas favoritas do Paul). Tem a letra maravilhosa! Doce e sensível, a melodia mostra os flertes que o Macca anda tendo com a música erudita. É maravilhosa! Baixo maravilhoso! Piano maravilhoso! e orquestra deliciosa!
5. “We Got Married” (McCartney) – Precisa falar pra quem foi feita? kkkk O mais interessante nesse disco, é que as músicas que eu gosto menos, não é porque não são boas, é porque as outras são boas demais! Essa é uma dessas. Não acho a melhor das melodias do Paul, mas gosto muito da construção dela, começa como uma baladinha de violão e ganha peso, corpo, e a guitarra do David Gilmour! Agora a letra dessa música é sensacional! Ela não é melosa, nem extremamente romântica. Eu acho meio “quente” pra falar a verdade. Tem como não gostar?
6. “Put It There” (McCartney) – Ah, essa música! Tem um dos DVDs do Paul que eu tenho aqui (não lembro qual) onde ele conta a história dessa música. Ele fez pro pai dele, da mesma forma que havia feito “Let it Be” para a mãe. Fala sobre superação, amor, tanta coisa bonita… tá, eu já to chorando! Ela me lembra realmente um pai dando todo apoio ao seu filho quando ele precisa “Se está pesando uma tonelada, deixe pra lá, eu não me importo que pese uma tonelada, enquanto estamos aqui, deixe pra lá”. Emocionante!
7. “Figure of Eight” (McCartney) – Pois é, como eu disse lá no começo, um dos motivos pra eu demorar a escrever sobre esse álbum, foi que pra mim chega a ser difícil falar. São tantas músicas que eu amo tanto que fica repetitivo e chato. Essa aí com certeza aparece no meu top 5 do Paul (olha que responsa!). Tremendo classic rock, com todos os elementos que eu amo! E a letra? Pois é, não é romântica, mas é linda! É meio que bem realista, mas sem deixar de ser apaixonada… nem sei o que mais dizer. É, definitivamente a minha música favorita nesse disco, e em boa parte da carreira do Paul, irresistível.
8. “This One” (McCartney) – Putz, tá ficando chato! Bom, eu acho essa uma das letras mais românticas do Paul. Sim, mais do que “My Love” e “Maybe I’m Amazed”! O que mais dizer? Que eu sou apaixonada por essa música? Bom, inevitável…
9. “Don’t Be Careless Love” (McCartney/MacManus)  – Ufa! Acho que passou a pior parte… Acabei de me dar conta que esse disco é beeem romântico, acho que é por isso que gosto tanto. Eu tenho esse pequeno problema emocional, rsrsrs Mais uma música linda, que eu adoro, etc, etc, etc… essa com uma batida bem mais pop.
10.  “That Day Is Done”  (McCartney/MacManus) – Tremendo Soul… em todos os sentidos!
11. “How Many People” (McCartney) – Bom, finalmente ele deu uma folga pro meu pobre coração de manteiga derretida. Essa é uma daquelas músicas que não tem como ouvir e ficar de mau humor, ou se lamentar de alguma coisa. Te põe pra cima. Um popzinho bem gostoso… “Eu quero ser feliz, eu quero ser livre!”
12. “Motor of Love”  (McCartney) – Sério, eu acho que esse disco mostra a maturidade do relacionamento dele com a Linda, as músicas mostram muito isso. Essa aí é uma balada, bem legal, e mostra o quanto o apoio da Linda é importante na vida dele.

Destaque: Bom, eu queria na verdade, destacar umas 4 músicas desse disco. Mas como a proposta é apenas uma, não tenho nem o que pensar, não pode ser outra! Mas procurem ouvir pelo menos “This One” que é maravilhosa! Ah, só pra terminar, devo acrescentar, que pra mim essa é a fase em que o Paul esteve mais lindo na vida dele (não que eu não ache ele lindo até hoje, mesmo com idade avançada, rsrsrs)

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