Paul McCartney Carreira Solo (17)

Bom, em primeiro lugar devo milhões de desculpas aos meus poucos, mas queridos, leitores! Tive uma ausência extremamente longa do blog, por falta de tempo, e porque pra mim é extremamente difícil escrever sobre o álbum da vez… mas agora resolvi! eeeeeeee

Como eu tinha dito no post do álbum anterior, o final da década de 80 é fantástico! Principalmente por causa desse álbum… parece uma coletânea de tão bom. Acho que na fase pós wings ele está sozinho (como sempre essa é uma opinião pessoal minha) no topo da minha lista dos melhores!

Chega de papo furado e vamos ao que interessa (no meu caso, muito!)

FLOWERS IN THE DIRT (1989)

Um pouco de História: Bom depois do fracasso de vendas que foi o “Press to Play” (jura? ninguém notou… rsrs) o Macca meio que se tocou que precisava se esforçar um pouquinho mais pra voltar ao topo. Foram 18 meses tentando aperfeiçoar o “Flowers in the Dirt” (que, pra mim, valeram muito a pena). Nesse álbum surge uma nova parceria na composição de várias músicas, com o Elvis Costello, que segundo Macca, tem um jeito de trabalhar em dupla que lembrou a ele muito a época da parceria com John Lennon. Vai ver que foi por isso que o disco saiu tão bom. Costello ainda aparece cantando junto com Paul na faixa “You Want Her Too”, e além da sua participação, temos o David Gilmour do Pink Floyd na guitarra em “We Got Married”. Uma coisa interessante, é que a fotografia da capa (que eu acho linda) é da Linda McCartney, e a textura do fundo é do artista plástico britânico Brian Clarke. O álbum foi lançado no começo de 1989 e logo alcançou o primeiro lugar na parada britânica, além de ter sido muito elogiado pela imprensa e pelo público em geral. Vamos a ele…

Minha Opinião/Faixas: Eu como sempre não me aguento e opino antes da hora, mas acho que vocês já estão acostumados com isso, não é mesmo? Bom, eu amo esse disco por vários motivos. Por trazer algumas das minhas músicas favoritas… por ter somente músicas boas, por ser do Paul, por trazer músicas bem variadas, eu já mencionei que é um disco do Paul McCartney? Eu simplesmente amo esse disco, e como sempre não tem muita racionalidade envolvida neste fato.

1. “My Brave Face” (Paul McCartney/Declan MacManus) – Acho que essa é aquela música que todo mundo conhece, tipo, tocou muuuiiiito na época. Os fãs mais posers do Macca costumam falar mal dela, por ser muito pop, por ter feito muito sucesso… essas frescuras. Eu a-do-ro essa música. Acho a letra bonita, o ritmo empolgante, e ela me põe pra cima. Linda!
2. “Rough Ride” (McCartney) – Não é uma das que eu mais gosto, mas é muito boa. A letra é muito interessante, fala sobre o que fazer para entrar num tipo de caravana pro paraíso. Eu acho essa música genial pela diferença entre ela e o que vinha sendo feito até agora.
3. “You Want Her Too” (with Elvis Costello) (McCartney/MacManus) – Sensacional! Apesar de não ser um hit, e de não ser muito conhecida, sempre esteve entre as minhas favoritas. É como se os dois tivessem conversando sobre uma mulher e o Paul tomando uma esculachada do Costello, então é no mínimo interessante. A música, é linda! Vale ressaltar que esse album no geral tem uma levada mais pop, mas essa música é meio que uma mistura de jazz com classic rock. Vale a pena conferir
4. “Distractions” (McCartney) – Fofa! Suave, delicada… maravilhosa! Essa música tá no meu top 20 de todos os tempos (claro que a posição varia, e claro também que eu não conseguiria escolher menos do 20 músicas favoritas do Paul). Tem a letra maravilhosa! Doce e sensível, a melodia mostra os flertes que o Macca anda tendo com a música erudita. É maravilhosa! Baixo maravilhoso! Piano maravilhoso! e orquestra deliciosa!
5. “We Got Married” (McCartney) – Precisa falar pra quem foi feita? kkkk O mais interessante nesse disco, é que as músicas que eu gosto menos, não é porque não são boas, é porque as outras são boas demais! Essa é uma dessas. Não acho a melhor das melodias do Paul, mas gosto muito da construção dela, começa como uma baladinha de violão e ganha peso, corpo, e a guitarra do David Gilmour! Agora a letra dessa música é sensacional! Ela não é melosa, nem extremamente romântica. Eu acho meio “quente” pra falar a verdade. Tem como não gostar?
6. “Put It There” (McCartney) – Ah, essa música! Tem um dos DVDs do Paul que eu tenho aqui (não lembro qual) onde ele conta a história dessa música. Ele fez pro pai dele, da mesma forma que havia feito “Let it Be” para a mãe. Fala sobre superação, amor, tanta coisa bonita… tá, eu já to chorando! Ela me lembra realmente um pai dando todo apoio ao seu filho quando ele precisa “Se está pesando uma tonelada, deixe pra lá, eu não me importo que pese uma tonelada, enquanto estamos aqui, deixe pra lá”. Emocionante!
7. “Figure of Eight” (McCartney) – Pois é, como eu disse lá no começo, um dos motivos pra eu demorar a escrever sobre esse álbum, foi que pra mim chega a ser difícil falar. São tantas músicas que eu amo tanto que fica repetitivo e chato. Essa aí com certeza aparece no meu top 5 do Paul (olha que responsa!). Tremendo classic rock, com todos os elementos que eu amo! E a letra? Pois é, não é romântica, mas é linda! É meio que bem realista, mas sem deixar de ser apaixonada… nem sei o que mais dizer. É, definitivamente a minha música favorita nesse disco, e em boa parte da carreira do Paul, irresistível.
8. “This One” (McCartney) – Putz, tá ficando chato! Bom, eu acho essa uma das letras mais românticas do Paul. Sim, mais do que “My Love” e “Maybe I’m Amazed”! O que mais dizer? Que eu sou apaixonada por essa música? Bom, inevitável…
9. “Don’t Be Careless Love” (McCartney/MacManus)  – Ufa! Acho que passou a pior parte… Acabei de me dar conta que esse disco é beeem romântico, acho que é por isso que gosto tanto. Eu tenho esse pequeno problema emocional, rsrsrs Mais uma música linda, que eu adoro, etc, etc, etc… essa com uma batida bem mais pop.
10.  “That Day Is Done”  (McCartney/MacManus) – Tremendo Soul… em todos os sentidos!
11. “How Many People” (McCartney) – Bom, finalmente ele deu uma folga pro meu pobre coração de manteiga derretida. Essa é uma daquelas músicas que não tem como ouvir e ficar de mau humor, ou se lamentar de alguma coisa. Te põe pra cima. Um popzinho bem gostoso… “Eu quero ser feliz, eu quero ser livre!”
12. “Motor of Love”  (McCartney) – Sério, eu acho que esse disco mostra a maturidade do relacionamento dele com a Linda, as músicas mostram muito isso. Essa aí é uma balada, bem legal, e mostra o quanto o apoio da Linda é importante na vida dele.

Destaque: Bom, eu queria na verdade, destacar umas 4 músicas desse disco. Mas como a proposta é apenas uma, não tenho nem o que pensar, não pode ser outra! Mas procurem ouvir pelo menos “This One” que é maravilhosa! Ah, só pra terminar, devo acrescentar, que pra mim essa é a fase em que o Paul esteve mais lindo na vida dele (não que eu não ache ele lindo até hoje, mesmo com idade avançada, rsrsrs)

Eu fui!!!!!!

Bom, acho que pelo apoio da galera e torcida eu meio que fiquei devendo um relato!

Em primeiro lugar eu queria de coração agradecer a todos pelo apoio e torcida… amei as mensagens no twitter, facebook, no celular, os telefonemas, os abraços e a companhia de quem eu consegui encontrar nesses dois dias.

Gente EU VI O PAUL MCCARTNEY!!!! E vi de perto! No primeiro dia, foi sofrido, chegamos na fila da pista prime (Eu a Line e o Naka) um pouco depois das 9 da manhã… tava um sol de rachar, lá pelas 3 e meia da tarde tava insuportável, teve uma hora, perto da abertura dos portões que eu comecei a passar mal e entrei em pânico, fiquei com medo de ter um troço e não conseguir assistir o show. Eu liguei pra minha tia, e ela foi falando comigo, me ensinando técnicas para me acalmar, pra manter a respiração regular e tentar aguentar tudo, me ajudou muito.

Quando os portões abriram e a gente achou um lugar pra ficar ali na pista (um ótimo lugar!!!!) eu parei e olhei pro palco… e tava lá, o piano e a bateria com as letras PMC, acho que foi nesse momento que caiu a ficha de tudo. Tive meu primeiro acesso de choro! A Line ficou até preocupada achando que eu tinha piorado, ou tava passando mal ;P

Eu não vou atormentar vocês e narrar o show inteiro… mas tem uns momentos que merecem destaque. Tipo eu acabei com a bateria do meu celular, porque tava tirando umas fotos e na hora que ele tocou “The Long and Winding Road” eu fiquei chorando e apertando o celular, e tirei um monte de fotos da minha mão! Em “Here Today” (música feita para o Lennon) eu achei que fosse ficar sem ar, de tanto que eu chorava! E as fotos do Harryson no telão durante Something foram uma porrada! Da onde a gente tava, dava pra sentir o calor do fogo subindo em “Live and Let Die”, isso foi mágico também! Eu sempre assisto aos shows dele em DVD’s e sabia que teria show pirotécnico nessa hora, mas ver ali de pertinho, eu me sentia uma criança, de boca aberta, vendo fogos de artifício pela primeira vez na vida! Em “Hey Jude” no final, quando ele agradece ao público, e fica falando “you are great” no último ele apontou na minha direção!!!! Eu sempre vou lembrar disso! Já próximo do final do show eu achava que não aguentaria mais, que não ia mais conseguir andar, aí ele começou “Helter Skelter” e eu pulei que nem uma macaca doida! kkkkk Não imaginei que aguentaria tanto…

Quando terminou o show, a gente sentou um pouco no chão e eu perguntei pra Line “Eu sonhei tudo ou aconteceu de verdade?”

O show de ontem, apesar de eu não estar tão perto do palco foi tão especial quanto o primeiro, chorei tudo de novo!!!!! Foi muito legal ter assistido de um lugar diferente, eu me dei conta de detalhes que não dava pra perceber quando estávamos lá pertinho do palco. Ele mudou algumas músicas do set list, todos os “ou’s” que apareciam na set list da turnê ele tocou n osegundo show! E algumas surpresas, como “Bluebird” que eu amo e que nem esperava ouvir, ele tocou ontem!

Sobre ele eu não sei nem o que dizer… que é muito melhor do que eu imaginava? Que eu to mais apaixonada por ele ainda do que eu já era? (será que é possível?) Ele foi fofo, simpático, carinhoso, fofo, querido… sei lá mais o que?

Acho até que eu consegui escrever bastante pro estado em que me encontro… ainda estou muito emocionada, fico chorando cada vez que lembro de tudo que aconteceu. Depois devo fazer um relato melhorzinho no blog e postar algumas fotos.

Obrigado a todos que dividiram esse momento comigo, de forma direta ou indireta!

bjos

Gabi

Paul McCartney Carreira Solo (16)

Bom, em primeiro lugar devo desculpas pelo sumiço… mas voltei!!!! eeeeee

Segundo lugar: EU VOU VER O PAUL AO VIVO!!!! Nos DOIS shows aqui de São Paulo… espero sobreviver até lá e sobreviver ao primeiro show para poder assistir ao segundo! kkkkk To Mega empolgada!

Bom, voltando aos nossos posts, bom, você meu amigo, que resistiu bravamente ao “Press to Play”, que não abandonou, nem deixou de amar o Paul McCartney por causa disso… mereceu uma recompensa. E ganhou!!! Esse post e o próximo são sobre álbuns absolutamente incríveis!!!! Terminamos a década de 80 com os dois pés direitos!

Bom, como diria Jack, vamos por partes, o primeiro deles:

CHOBA B CCCP (1988)

Bom, o primeiro problema de escrever esse post foi descobrir que álbum vinha agora… explico: Em algumas fontes esse álbum aparecia como lançado em 1988 e em outras em 1991. Fui fazer minha lição de casa e descobri que o disco foi lançado em 1988 apenas na “falecida” União Soviética”, e em 1991 foi lançado internacionalmente. Mais uma curiosidade: O nome do disco, significa “Back to USSR” escrito em russo com caracteres do alfabeto ocidental. Ou seja, é uma sopa de letrinhas mesmo…

Um pouco de História: Depois da reação morna do público ao “Press to Play” de 1986 (por que será?), McCartney passou grande parte da primeira metade de 1987 trabalhando em seu novo disco. Em julho, meio que sentiu uma necessidade urgente de voltar às suas origens, às músicas que costumava ouvir na década de 50. Dessa necessidade nasceu essa obra prima! Eu amo esse disco de paixão, apesar de não ser um disco de composições do Paul. Gosto das versões apresentadas, do clima rock’n roll presente nele todo… acho que é meio que uma audição obrigatória.

O disco foi lançado pelo Paul como um presente aos fãs soviéticos, por esses terem muita dificuldade em conseguir comprar os discos originais dele. Então a idéia era que, para mudar a situação, eles teriam acesso a um disco que não estaria disponível ao público do resto do mundo (que maldade ^-^).

Minha Opinião/Faixas: Bom, acho que eu acabei escrevendo minha opinião um pouco antes dessa vez… eu adoro esse disco! A sensação que eu tenho ao ouví-lo é como se estivesse num show intimista ou algo do gênero, de um cantor não muito conhecido interpretando suas músicas favoritas. Mas estamos falando do Paul McCartney, meio ídolo maior, então esse show intimista torma proporções grandes e extremamente emocionais. E eu babo, como sempre! ;P

1. “Kansas City” (Jerry Leiber/Mike Stoller) – Essa já é conhecida dos fãs dos Beatles de plantão, foi gravada pelos Fab Four no Beatles For Sale, de 1964. Originalmente gravada por Little Willy Littlefield em 1952 e depois regravadas inúmeras vezes por diversos artistas, inclusive Little Richard, que inspirou a versão dos Beatles. Nesta versão os Beatles combinaram a gravação de Richard com uma outra música sua, “Hey, hey, hey, hey”. A versão de McCartney neste disco é em cima da primeira gravação dos Beatles, na minha opinião um pouco melhorada.

2. “Twenty Flight Rock” (Eddie Cochran/Ned Fairchild) – Originalmente interpretada por Eddie Cochran para o filme “The Girl Can’t Help It” de 1956. Também regravada por inúmeros artistas, incluindo aqui os Stones. A versão do Macca para a música mantém bem a levada Rockabilly da versão original… e não, eu não conhecia a gravação original da música, pesquisei pra escrever o post! Eu gosto bastante dessa, tem um pianão bem Jerry Lee Lewis que na minha opinião é um arraso! E o vocal da música é sensacional.

3. “Lawdy Miss Clawdy” (Lloyd Price) – Tremendo Blues gravado originalmente pelo próprio Lloyd Price em 1952. Foi o maior sucesso rhythm and blues de 52, vendendo mais de um milhão de cópias (em 1952!!!! um feito!). Eu acho um musicão! Sou suspeita pra dar opinião nas versões do Paul, eu sei, então já vou avisando que eu acho esse disco todo sensacional, então sempre vou elogiar as versões aqui presentes.

4. “I’m In Love Again” (Fats Domino/Dave Bartholomew) – Bom, pra quem gosta de música velha, tipo eu, Fatx Domino dispensa apresentações… essa música também! Foi gravada originalmente em 1956 pelo próprio e estourou no gênero… Rhythm and Blues de novo! Excelente escolha e gravação do Macca!

5. “Bring It On Home To Me” (Sam Cooke) – Gravada originalmente pelo próprio Sam Cooke em 1962… praticamente uma música nova para o contexto do disco! Apesar do cara ser um cantor de R&B essa música é um Soul fantástico! Deliciosa de ouvir e com um instrumental daqueles que só se fazia até a década de 70 mesmo… lindíssima!

6. “Lucille” (Richard Penniman/Albert Collins) – Mais uma do Little Richard, nesse caso ele foi o primeiro a gravar, em 1957. Essa é um rock’n roll da melhor qualidade, prova disso é a quantidade de gente famosa que regravou a música: os próprios Beatles, Queen, AC/DC, Van Halen, Everly Brothers, Bill Halley e mais um montão de gente! Nem dá pra citar… excelente!

7. “Don’t Get Around Much Anymore” (Duke Ellington/Bob Russell) – Essa é bem das antigas… foi gravada originalmente por Duke Ellington em 1940! Mais um rockabilly delicioso. Bom, eu gosto do gênero, e gosto do Paul, então já viu. O título original da música era “Never No Lament” e ela é bem pra cima. O título foi alterado em 1942, não consegui descobrir o motivo…

8. “I’m Gonna Be A Wheel Some Day” (Fats Domino/Dave Bartholomew/Roy Hayes) – Mais uma do genial Fats Domino, essa de 1959. To ficando repetitiva… essa é um rock’n roll classicão! Já tinha sido gravada pelo Paul no single de “My Brave Face”, também de 1989.

9. “That’s All Right Mama” (Arthur Crudup) – Essa é bem famosa! Foi o primeiro single lançado por ninguém menos que Elvis Presley! Foi gravada originalmente em 1954 pelo Arthur Crudup, mas ficou famosa mesmo na voz do Rei. A versão do Paul lembra bastante a do Elvis, aquela levada meio folk presente no começo da carreira dele.

10. “Summertime” (George Gershwin) – Composta como uma aria da ópera Porgy and Bess, em 1935. Um soul lindo, se alguém me perguntar. Tem alguns elementos de jazz e se tornou extremamente popular na época, considerada até hoje a melhor composição de George Gershwin. A versão do Paul é simplesmente maravilhosa, difícil até descrever.

11. “Ain’t That A Shame” (Fats Domino/Dave Bartholomew) – Mais uma do Domino, de 1955, e mais uma que apareceu no single “My Brave Face” lançado no mesmo ano desse disco. Essa é especial… eu sou louca por essa música, acho ela demais! E pelo jeito não estou sozinha, ela aparece como número 431 das 500 melhores canções de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Precisa falar mais alguma coisa?

12. “Crackin’ Up” (Ellas McDaniel) – Ellas McDaniel foi um nome intermediário adotado pelo lendário Bo Diddley. Essa música, que eu amo foi lançada por ele no álbum de 1959. Essa música tem uma levadinha toda diferente, e eu adoro essa música. Me lembra algo que tocou no filme Dirty Dancing… amo!

13. “Just Because” (Bob Shelton/Joe Shelton/Sydney Robin) – Foi a primeira gravação dos Shelton Brothers, na Decca Records, não consegui descobrir em que ano. Outra canção eternizada pelo Rei Elvis Presley, no seu primeiro álbum (o mesmo que tem blue suede shoes e tutti frutti), foi gravada por ele em 1954. Mais um rock classicão!

14. “Midnight Special” (Trad. Arr. Paul McCartney) – Uma canção tradicional entre os prisioneiros do sul dos Estados Unidos, também regravada por muita gente. Aquelas canções sem autor, difícil saber quem gravou originalmente, aqui temos um arranjo muito legal do Macca, pra finalizar esse disco que recomendo que todos escutem, até que não gosta muito da carreira solo do Paul, porque ele é muito bom!

    Destaque: Bom, primeiro pensei em Kansas City, depois em Twenty Flight Rock, depois em Summertime e depois ainda em Ain’t That A Shame… mas prevaleceu a minha total falta de bom senso quando se trata de Paul McCartney, eu resolvi destacar uma música que eu adoro, que não é nada rock’n roll mas que é uma delícia. Deixo a recomendação para que ouçam as que citei anteriormente, aliás, de preferência o disco todo! Enjoy!

    Ele está chegando… ele vem mesmo!!!!!

     

    E eu consegui meu ingresso! Pista premium!!!!!! Nem to acreditando ainda!!! Vai ser O show da minha vida! Aguardem relatos depois que (e se) eu conseguir me recuperar de ver PAUL MCCARTNEY ao vivo!!!!! 😛

    Essa que vos escreve pode ser considerada a blogueira mais feliz do mundo no momento!!!!!!

    Semana que vem comemoro com o próximo álbum! Hoje eu to na correria por causa da Hogfest que é amanhã, mas semana que vem eu volto com todo o gás!!!!!!

    Fiquemos com uma prévia da incrível “Flaming Pie”!!!!

     

    Paul McCartney Carreira Solo (15)

    Tá, eu sei que tenho demorado bastante entre as postagens… mas é que ando num momento de grande transição na minha vida, então as vezes não dá pra escrever como eu gostaria. Além disso, eu não gosto muito (eu falei isso? é parece que sim! :P) desse álbum da sequência, por isso demorei também, é mais difícil pra mim escrever sobre ele, mas vamos ao que interessa.

    Press to Play (1986)

    Um pouco de história: Bom, depois do fracasso de bilheteria do filme “Give my regards…” Macca achou que estava na hora de uma mudança de ritmo em seu trabalho, em uma tentativa de dar a sua música um som mais contemporâneo, ele juntou forças com Hugh Padgham, um produtor famoso por ter gravado Peter Gabriel, Genesis, Phil Collins, The Police e XTC. A partir de março de 1985, McCartney começou a gravar Press To Play, o primeiro disco só com músicas inéditas desde “Pipes of Peace” (1983). Os convidados no álbum seria Pete Townshend, Phil Collins, Eddie Rayner e Stewart.

    Alguns críticos e ouvintes, consideram esse disco entre os melhores trabalhos do Paul, enquanto outros, incluindo ele próprio (e essa que vos escreve) consideram ele um dos piores… é, no mínimo, intrigante.

    Minha opiniao/faixas: é, acho que já notaram que eu não gosto muito desse disco em particular. Tipo assim… pra mim o Paul vai bem no rock clássico, num pop rock… mas quando ele tenta fazer algo extremamente pop, eu não curto muito, acredito que seja o caso desse disco. Pros já nascidos e plenamente conscientes em 1986, ao ouvir o disco vão perceber uma batida pop que era bem o que rolava na época, não é de tudo ruim… mas não é algo que se ouça agora, depois de 24 anos quase, e se enchergue nele a genialidade do Macca. Pra mim é um popzinho banal da época, sem grande relevância. Principalmente se comparados a trabalhos anteriores, que trazem músicas fabulosas de serem ouvidas em qualquer época. Bom, eu to me explicando mais aqui, porque provavelmente não vou ter muito pra dizer no faixa a faixa. Mesmo assim, vamos a elas:

    1. Stranglehold – Talvez a mais tradicional (no sentido de músicas antigas do Paul) presente no disco, com uns metais bem legais… eu até gosto dessa.

    2. Good Times Coming/Feel the Sun – essa tem um jeito meio de música eletrônica, se salva alguma coisa é o baixo, mas o vocal… sei lá, parece eletronicamente alterado, definitivamente não é como eu gosto. Mas vamos dar crédito ao meu ídolo… o raio do refrão gruda na cabeça!

    3. Talk More Talk – Pois é, essa tem as vozes da Linda e do filho do Paul, James, no começo, falando umas coisas… eu tenho medo do começo dessa música! Sério mesmo! É meio sombria… depois, bom, se não desse pra reconhecer a voz do Paul na música você diria que é uma música de alguma daquelas bandas eletrônicas que fizeram sucesso na época… e ainda tem um trecho que me lembra o “Pop, goes my heart” do filme Letra e Música. Pronto, esculhambei uma música do Paul! kkkk chega!

    4. Footprints – Essa é mais lenta, tem uma levada meio no estilo de “Bluebird” e uma letra bem bonita. Tá vendo, nem tudo se joga fora no disco!

    5. Only Love Remains – Bom, como sou eu escrevendo sobre o Paul, vocês não esperavam realmente que eu esculhambasse o disco todo, não é mesmo? Eu nunca resisto às músicas românticas do Paul, e se tiver um piano destacado na melodia então, eu me derreto toda! Essa música é linda! Mesmo! Tão doce e com uma letra tão linda… irresistível no melhor estilo do Macca por quem eu sou apaixonada.

    6. Press – Afe, a gente não pode elogiar… tá, essa não é tão ruim assim. A letra é bonitinha, e eu gosto dos vocais. Mas essa batida de bateria eletrônica e os ecos no refrão (press, press press press) ah, podia ter passado sem essa.

    7. Pretty Little Head – posso passar essa? Sério mesmo, só de ouvir o sintetizador no início já me dá vontade de mudar de faixa.

    8. Move Over Busker – E finalmente um rock! Excelente música (ou será que a anterior era tão ruim que eu gostei dessa?). Melhor estilo Paul… vocais, pianão, guitarra e um grande baixo! Gosto muito!

    9. Angry – Essa tem a participação do Pete Towshend na guitarra e do Phil Collins na bateria… não é aquele pop eletrônico chato, é bem rock, mas eu não gosto muito… acho meio, sei lá, confusa e rápida demais. Mas é uma boa música, dá pra ouvir de boa.

    10. However Absurd – Meio dramática demais pro meu gosto, mas é bem bonita.

    Destaque: Sem muitas opções aqui… fiquei entre “Footprints” e essa, e recomendo fortemente que escutem a outra.

    Paul McCartney Carreira Solo (14)

    Bom, e chegamos a esse disco, praticamente uma coletânea (praticamente porque tem quatro músicas inéditas!) que eu costumo chamar de trilha sonora da minha vida! Preparem-se… porque a babação hoje vai ser grande!!!!!!

    Give My Regards To Broad Street (1984)

    Um pouco de história: Esse disco é na verdade a trilha sonora de um filme homônimo… um péssimo filme diga-se de passagem. Foi um fiasco de crítica… e se teve público foi pra ver o Paul! No elenco, além dele estavam a Linda (McCartney), o Ringo Starr, Barbara Bach (esposa do Ringo), Bryan Brown, Ralph Richardson e Tracey Ullman. Tem cenas legais, agradáveis, mas o filme parece mais uma colcha de retalhos mal costurada. A história é sobre o desaparecimento de uma fita com gravações originais para um novo disco.

    Em compensação a trilha sonora foi de um sucesso absoluto! Composta na sua maioria por regravações, trouxe, entre as inéditas “No More Lonelly Nights”, chegando ao topo em todas as paradas.

    Minha opinião/faixas: Bom, eu sou apaixonada por esse disco… ganhei o vinil em 84 mesmo, a propósito, foi meu primeiro disco do Paul em carreira solo, até então eu não conhecia muito o trabalho solo dele. Regravações? Sim, mas com novos arranjos… maravilhosos! Tudo que faltou no filme sobra na trilha sonora, disco muito bem feito, bem produzido… bem tudo. Destaque para a participação da guitarra solo de David Gilmour (pink Floyd).

    1. No More Lonely Nights – A música “carro chefe” do disco… tem gente que acha muito pop. Eu acho linda! Sério mesmo a letra da música é linda! “you’ve only got my heart on a string”, e a música, como o título tem uma mensagem otimista, bom, eu avisei que a babação ia ser grande! 😛

    2. Good Day Sunshine/Corridor Music (John Lennon/Paul McCartney)/ (Paul McCartney) – Good Day Sunshine é do album Revolver dos Beatles, de 1966… Corridor Music é um extrazinho, praticamente falado, que o Paul colocou no disco pra encaixar no filme. É uma versão atualizada da música, o arranjo dela ficou muito bacana!

    3. Yesterday (John Lennon/Paul McCartney) – kkkk, alguém não conhece essa música??????? Bom originalmente foi gravada no album Help dos Beatles, de 1965. Bom, acredito honestamente que a música por si só dispense qualquer apresentação, essa versão traz um arranjo um pouquinho mais sofisticado que o original (que é violão e voz)… tem uma pequena orquestração no fundo, e aqui ela emenda direto com a próxima música que é

    4. Here, There and Everywhere (John Lennon/Paul McCartney) – mais uma do Revolver, aqui em “short version”, ele corta a segunda estrofe da música… em compensação tem um nipe de metais no final da música que é de matar qualquer um do coração! E justamente esse nipe de metais torna perfeita a emenda com a próxima música que é

    5. Wanderlust – Regravação do Tug of War de 1982… vc se lembra? Foi o meu destaque quando escrevi sobre este disco. Aliás o clipe que eu coloquei foi justamente o da versão do Give my Regards… eu sou completamente apaixonada por essa música, e ele conseguiu fazer uma versão melhor aqui… incluindo naipe de metais, um coralzinho e no final remetendo de volta a Here There and Everywhere! Ah, esse cara é um gênio!

    6. Ballroom Dancing – Outra do Tug of War… eu já gostava dessa música, nessa versão ela fica mais animada! Sempre que eu escuto me dá vontade de sair dançando! O arranjo ficou mais pesado e mais rapidinho, acho até que aproveitou melhor o potencialda música.

    7. Silly Love Songs/Silly Love Songs (Reprise) – Lançada em um single em 1976 e posteriormente no “Wings at Speed of Sound”. Aliás, também foi o meu destaque no álbum. Essa versão aqui é muito parecida com a original… ah, que eu amo, diga-se de passagem. Mais uma vez temos os metais dando um colorido todo especial à versão. No reprise ela fica meio obscura, mas lembra bem a melodia original.

    8. Not Such A Bad Boy – outra inédita. Bom e velho rock’n Roll no melhor estilo Paul McCartney! Daquelas músicas que o refrão gruda na cabeça… você acaba de ouvir mas continua cantando! Eu gosto muito dela, bem animada e pra cima!

    9. So Bad – regravação do Pipes of Peace de 1983. Eu acho essa música linda, acho que só não destaquei ela no disco porque é meio pra baixo… eu gosto mais dos vocais nessa versão do que na original, de resto não tem muita diferença.

    10. No Values – mais uma inédita! acho que o Paul tava bem animadinho quando fez a trilha desse filme, essa música também é toda animada e pra cima… eu gosto muito dela também! Aliás, eu avisei que eu sou apaixonada por esse disco, então não reclamem…

    11. For No One (John Lennon/Paul McCartney) – E mais uma do Revolver! Aliás, a música mais linda do disco (minha opinião). Pois é, ele pegou uma música maravilhosa e perfeita e melhorou. Aqui ela aparece com um arranjo de cordas que é emocionante! Acho que não tem outra palavra melhor pra descrever o que esse arranjo causa em mim.

    12. Eleanor Rigby/Eleanor’s Dream (John Lennon/Paul McCartney) / (Paul McCartney) – Bom, aqui vai uma explicação… as músicas do Revolver regravadas aqui (sim, essa é mais uma delas) são composições originais do Paul, mas creditadas à dupla (Lennon/McCartney) por causa de um acordo que os dois tinham. Mais uma vez entra minha opinião totalmente “suspeita”… meu pai, que foi quem me ensinou a ouvir Beatles, ama essa música, é a favorita dele! Eu acho ela maravilhosa! Apesar da história que ela narra ser meio pesada, tem uma melodia maravilhosa (pra não falar muito). Aqui ela ganha uma continuação instrumental, orquestrada e linda!!!! Quem nunca ouviu as duas juntas eu recomendo fortemente que escute… pra mim a grande obra prima do disco!

    13. The Long and Winding Road (John Lennon/Paul McCartney) – originalmente gravada no album Let it Be dos Beatles, de 1970. Afe, eu não sei nem o que falar dessa música… sou tão apaixonada por ela que nem sei expressar. O que posso dizer é que é “A” música que me faz chorar… a vida toda. Eu confesso que ela tem uma letra bastante triste, mas é tão, tão linda… Bom, nesse disco ela ganha um solo de sax um pouco diferente da versão original (que tem uma orquestração feita pelo Phill Spector que foi quem produziu o Let it Be, inclusive houve uma desavença entre ele e o Paul, porque o Paul não gostou da versão final orquestrada. Esse foi o motivo pelo qual posteriormente o Macca lançou o “Let it Be Naked” com algumas músicas do Let it Be sem as orquestrações, mas acho que isso é assunto para outro post.

    14. No More Lonely Nights (Playout Verssão) – Versão mais dançante de No More Lonely Nights… bem típica de músicas que tocavam em discotecas nos anos 80. Eu particularmente prefiro a versão original.

    15. Goodnight Princess – Uma música instrumental com um quê de música antiga (ah, também inédita), onde se ouve o Paul falando algumas coisas, tipo, obrigado por estar conosco, foi legal… esse tipo de coisa, meio uma despedida, na verdade o encerramento do disco!

    Destaque: Essa é a parte impossível!!!! Como a proposta da série que estou escrevendo é mostrar a carreira solo do Paul, vou me abster de destacar as regravações dos Beatles, então vou deixar aqui pra vocês essa música que é inédita, linda, e foi um sucesso gigantesco na época!

    Paul McCartney Carreira Solo (13)

    Continuamos na época mais pop da carreira do Paul, chegamos agora a 1983 com o lançamento desse álbum que eu considero todo especial por vários motivos.

    Pipes of Peace (1983)

    Um pouco de História: Bom, historicamente não há muita diferença, apesar da passagem de um ano, entre este disco e o Tug of War. Novamente temos a produção assinada por George Martin e novamente a participação de um artista de sucesso em duas faixas… dessa vez foi o Michael Jackson. Novamente o Ringo (Starr) participou das gravações no estúdio… Na verdade, a maioria das faixas deste disco foram gravadas junto com o Tug of War, mas lançadas posteriormente.

    Na época do lançamento deste disco o Paul estava envolvido com a filmagem de Give my Regards to Broad Street, sobre o qual vou comentar logo logo, então aproveitou muito material que já tinha pronto pra não deixar um hiato muito grande entre dois discos.

    A crítica considerou o trabalho fraco, inferior ao tug of war, foi classificado na época como uma tentativa mal engendrada de aproveitar a fórmula de sucesso do disco anterior… mas isso não impediu o álbum de ser disco de platina no Reino Unido e EUA.

    O Disco foi remasterizado em 1993, quando foram incluídas as faixas Twice in a Lifetime, We All Stand Together e Simple as That.

    Minha Opinião/Faixas: Como já perceberam que minhas opiniões a respeito do Macca não são nada isentas, não vou ficar disfarçando… 😛

    Conheço muitas pessoas que consideram essa fase do Paul péssima, que criticam abertamente. Olha, não é meu disco favorito, mas eu não consigo não gostar de um disco do Paul. (putz, essa ficou esquisita)

    Eu acho que esse disco apresenta uma qualidade inegável de produção (claro! é o George Martin!) algumas músicas não muito boas, mas outras muito bonitas. Em sua defesa vou dizer que é um disco que costumo ouvir na íntegra, sem ficar pulando faixas.

    1. Pipes of Peace – Ah, eu acho essa música uma gracinha! Ainda escrevendo mensagens de paz, saudades do Lennon, sabe como é. Apesar disso essa não é uma das músicas que foi gravada nas sessões de Tug of War. Gosto muito dela, letra e música, é o tipo de melodia que me agrada muito.

    2. Say Say Say (Paul McCartney/Michael Jackson) – A primeira das músicas em dueto com MJ. Essa primeira tem bem cara de Michael Jackson… não está entre as minhas favoritas, mas tem um ritmo legal.

    3. The Other Me – Ah, eu gosto tando dessa música… a letra é muito, muito bonita. Eu vejo como uma entrega pessoal do Macca, fico toda emocionada sempre que escuto.

    4. Keep Under Cover – No começo lembra um pouco as músicas do “London Town”, apesar da batida dançante, eu vejo a assinatura da produção do George Martin nessa música, e adoro a letra! A melodia tem várias mudanças, eu não sei explicar direito, mas eu diria que tecnicamente (apesar de eu não entender nada de técnica musical) é a melhor música do disco.

    5. So Bad – Eeeeee Linda, sempre musa! Muitas pessoas consideram essa música uma das mais bonitas do Paul. Eu acho a música muito bonita, mas a melodia tem algo de triste (apesar da letra ser uma linda declaração de amor) que as vezes me deprime um pouco. O vocal é suave e lindo! de um jeito que só o Paul consegue cantar….

    6. The Man (Paul McCartney/Michael Jackson) – A segunda música em parceria com MJ… na minha opinião beeeeeemmmm melhor que a primeira! Essa tem mais cara de Paul, apesar de ser bem característica do MJ também. Tocou demais na época do lançamento, mesmo assim eu acho a melodia irresistível! Nunca soube explicar direito, mas essa música tem alguma coisa que eu adoro!

    7. Sweetest Little Show – Essa música é daquelas que eu costumo dizer que tem “carinha” de Paul! É o jeito que ele canta, meio no tom de Band on the Run, que pra mim é extremamente marcante. O instrumental dessa música é sensacional, é eu lembro, o disco foi produzido pelo George Martin!

    8. Average Person – É meio que a continuação da Sweetest Little Show. No disco elas se emendam, como se não mudasse a faixa, mas são músicas distintas. Essa me lembra, pelo ritmo e vocal, uma das minhas músicas favoritas do Paul que é Magneto and Titanium, então acho que não preciso falar muito mais sobre ela…

    9. Hey Hey (Paul McCartney/Stanley Clarke) – É uma música instrumental… destaque absoluto pro dueto com Stanley Clarke, que é um tremendo baixista!

    10. Tug of Peace – Essa música é uma resposta do Paul pra ele mesmo em Tug of War (a música não o disco).  Quase toda instrumental, com pouca coisa cantada… tá, pra ser honesta por mim ele podia ter ficado só com a Tug of War.

    11. Through Our Love – Pois é, eu reclamei da música anterior, aí ele vai e termina o disco com uma música maravilhosa! Essa música é linda, daquelas que emociona ouvir, sabe? Que mexe com a gente… pra quem não conhece recomendo fortemente que escute, linda: letra, música, vocal… tudo!

    Destaque: Tá, vou confessar que to me coçando aqui pra destacar “The Man”, mas como meu objetivo é tentar, sempre na medida do possível destacar as menos conhecidas… acho que não tinha como ser outra. (desculpem, mas não achei nenhum registro dele tocando essa música ao vivo, então foi assim mesmo)